Mais investimento: a média de recursos aprovados pelo Fundo Amazônia saltou de cerca de R$ 300 milhões por ano, entre 2009 e 2018, para R$ 1,3 bilhão nos últimos três anos. Imóvel da Gente deslancha e quilombolas têm terras regularizadas. Confira estas e outras notícias no Semana Gov
A semana foi marcada por uma queda histórica do desmatamento na Amazônia. De acordo com os resultados do Deter, sistema do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a Amazônia apresentou uma redução no desmatamento de 37,5% no acumulado de 10 meses (agosto de 2025 a maio de 2026) em relação ao mesmo período de 2024/2025, marcando o menor valor da série, iniciada em 2016.
É muito mais barato a gente trabalhar para evitar o desmatamento do que a gente entender que, pela ganância econômica e financeira de um grupo, a gente ter que permitir o desmatamento da forma mais extrema possível. Essa é uma coisa muito importante que nós vamos cumprir”, disse Lula durante o encontro.
Confira o programa Semana Gov:
Ainda sobre combate ao desmatamento, o Fundo Amazônia quadruplicou o ritmo anual de aprovação de projetos desde 2023. A média de recursos aprovados saltou de cerca de R$ 300 milhões por ano, entre 2009 e 2018, para R$ 1,3 bilhão nos últimos três anos. Os dados foram apresentados nesta quinta-feira (11/6) pelo MMA e pelo BNDES durante a 36ª reunião do COFA, em Brasília.
E o Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado esta semana, foi marcado pela adoção de medidas voltadas à conservação da biodiversidade, enfrentamento da mudança do clima e a liberação de investimentos para o desenvolvimento sustentável do país. Na ocasião, o presidente Lula destacou que as ações reforçam o compromisso do Governo do Brasil com a preservação e a sustentabilidade.
O Brasil passa a ser um país com maior credibilidade no mundo para cuidar da questão ambiental”, declarou.
E o Governo do Brasil se prepara para combater os efeitos de um novo fenômeno El Niño, previsto para ainda este ano. Uma das ações em andamento é a implementação de um modelo de monitoramento contínuo e consultas periódicas com especialistas climáticos do Brasil e do exterior.
O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto que cria a nova CNH do Brasil. A medida, que já estava valendo desde dezembro do ano passado, garante renovação automática da carteira de motorista para bons condutores. E também reduz custos e a burocracia para quem vai tirar o documento pela primeira vez.
Em pouco mais de três anos de existência, o programa Imóvel da Gente se tornou uma das principais ferramentas de democratização e destinação social do patrimônio da União. Desde janeiro de 2023, a Secretaria de Patrimônio da União (SPU) destinou quase 1.900 imóveis federais para políticas públicas voltadas ao atendimento da população, em 638 municípios brasileiros, superando em quase 20% a meta de 1.600 imóveis estabelecida até o fim de 2026. As entregas têm potencial para beneficiar 400 mil famílias.
Eu queria que a gente pegasse todos os imóveis que a gente tem e que a gente os transformasse em coisas de utilidade pública”, diz Lula.
A semana também foi marcada pela 7ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), o Conselhão. A reunião teve como mote “Da soberania nacional ao protagonismo global”. Em seu discurso, o presidente Lula agradeceu a contribuição dos conselheiros e conselheiras na elaboração de propostas para o aprimoramento das políticas públicas.
“Queria primeiro agradecer a vocês, a dedicação de cada mulher, de cada homem que assumiu a responsabilidade de participar desse Conselho e preparar propostas para ajudar o governo a fazer coisas diferentes, a fazer coisas apresentadas pela sociedade civil”, declarou.
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E Brasília recebeu, nesta semana, o Encontro Nacional de Mulheres Quilombolas. A abertura contou com a presença do presidente Lula, que apresentou medidas nas áreas de regularização fundiária, habitação e crédito rural, beneficiando famílias quilombolas em diferentes regiões do país!

